A Coordenadoria das Associações Comerciais e Industriais do Oeste do Paraná (Caciopar) e a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) querem a elaboração de lei municipal específica para o funcionamento de feiras de produtos têxteis, realizadas em Cascavel por vendedores de outras regiões. Segundo as entidades, os organizadores devem obter laudos, certidões e outros documentos e enviar cópias inclusive ao sindicato patronal do comércio, recolher impostos e manter escritório na cidade por 30 dias para troca de mercadorias.
As entidades exigem até um relatório prévio sobre quantidade e tipos de mercadorias que serão comercializadas. Segundo o presidente da Caciopar, Valmor Lemainski, há necessidade de lei específica para que os comerciantes locais não sofram ‘‘concorrência desleal’’ dos feirantes. Lojistas mobilizaram-se durante a semana contestando a realização de uma grande feira de roupas e peças de cama, mesa e banho, aberta sábado à noite e que permanecerá até o dia 20, no ginásio de Esportes do Colégio Marista. Anteontem, vinte lojistas protestaram em frente ao colégio, cuja direção criticam, por ter alugado o ginásio para o evento.

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