Os médicos brasileiros estão terminando a revisão do Código de Ética Médica e do Código de Processo Ético-Profissional. O objetivo é modernizá-los, melhorando a relação com os pacientes e a forma de apuração das denúncias disciplinares envolvendo estes profissionais. As mudanças devem entrar em vigor a partir de setembro.
  De acordo com o novo código, o paciente deverá ser esclarecido sobre todos os benefícios e riscos do procedimento a ser realizado e dar uma autorização por escrito, em casos de cirurgias de grande porte, mutiladoras e plásticas. A atualização também tornará o código mais incisivo com relação às pesquisas genéticas.
  Segundo o coordenador-geral da Comissão Nacional de Revisão do Código de Ética Médica e 1º vice-presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), Roberto d’Ávila, o médico deverá ser muito cuidadoso, porque o futuro aponta que as pessoas correrão o risco de ser separadas de acordo com seu código genético ou pelas doenças geneticamente programadas, que poderiam colocá-las numa posição de inferioridade numa disputa por empregos ou prejudicá-las com planos de saúde, por exemplo.
  Outros temas polêmicos, como a manutenção por aparelhos e drogas de pacientes terminais de doenças incuráveis, devem ser decididos pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Enquanto a classe médica aponta que o paciente terminal deve ser acolhido e mantido sem dor ou sofrimento mas sem ter sua morte impedida pela tecnologia, o Ministério Público Federal (MPF) tem entendimento contrário.


Conjunto de diretrizes que regem os princípios éticos a serem seguidos pelos médicos, como seus direitos, responsabilidade e relação com pacientes e familiares

É a relação entre a sequência de bases no DNA e a sequência correspondente
de aminoácidos, na proteína. É como um `‘manual de instruções’’
de um ser vivo


O Programa Folha Cidadania tem como objetivo criar o hábito de leitura entre os jovens.

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