CMTU vistoria veículos do transporte escolar
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quarta-feira, 01 de julho de 2015
Grupo Folha 
Os motoristas dos 136 veículos que operam o transporte escolar em Londrina têm até 31 de julho para passar pela vistoria e fazer a renovação do alvará de funcionamento junto à Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU). A inspeção da frota é feita na sede da companhia nos meses de janeiro e julho, durante as férias escolares.
Para a renovação do alvará são observados itens de segurança como cintos, extintores de incêndio e condição dos pneus, além da parte elétrica e aspectos de limpeza das vans e micro-ônibus. O selo deste semestre é de cor lilás, o qual identifica o veículo regularizado. "Só recebe o novo selo a van que passa pelo procedimento. Isso é uma garantia para os pais e usuários de que o veículo foi devidamente avaliado e autorizado pela CMTU para atuar no transporte de crianças e adultos", explicou José Carlos da Silva, coordenador de transportes comerciais da companhia.
O boleto para pagamento das taxas deve ser retirado pessoalmente na sede administrativa da CMTU (Rua Professor João Cândido, 1.213 ) ou solicitado pelos telefones (43) 3379-7966 e 3379-7973 para recebimento via e-mail. O valor total é de R$ 249,35.
A vistoria também pode ser agendada, previamente, pelos mesmos telefones, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. A fiscalização do veículo, no entanto, só acontecerá após o pagamento do boleto.
Silva alerta que o motorista flagrado rodando sem ter passado pela inspeção está sujeito às penalidades previstas no Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e no Código de Posturas do Município. Ele ressalta ainda que serão cobrados o Curso Especializado para Condutor de Transporte Escolar e o EAR (sigla para "exerce atividade remunerada", que atesta a autorização do Detran para o transporte de bens ou pessoas). "Normalmente, a carteira de habilitação fica com uma observação sobre esses dois itens. Contudo, caso o documento ainda não tenha sido atualizado, o motorista pode trazer o certificado de conclusão do curso ou o comprovante de inclusão do EAR", acrescentou.
Além das exigências de rotina, pode ser necessária a apresentação do certificado de aferição do tacógrafo para alguns transportadores. "É preciso que os motoristas observem se a última medição do dispositivo está dentro do prazo de validade. Se não estiver, o condutor deverá procurar o laboratório do Instituto de Pesos e Medidas (Ipem) para atualizar a aferição."


