O Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo de Londrina (Metrolon), por meio de assessoria de comunicação, informou que a manutenção dos terminais e da malha asfáltica é de responsabilidade do município. As empresas têm somente contrato de concessão para execução do serviço, cabendo ao município dar condições para a execução. Quando possível, as empresas tomam providências para efetuar os reparos. Em relação aos danos causados nos ônibus pelos problemas na malha asfáltica dos terminais, o sindicato revela que a precariedade é maior nas vias por onde os ônibus trafegam.
A assessoria de comunicação da Companhia Municipal de Trânsito Urbanização (CMTU) salienta que os terminais são alvos frequente de vandalismo. Por esse motivo, a companhia informa que tem uma equipe de manutenção de terminais que é responsável pela troca de lâmpadas, interruptores, reparos de válvulas troca de torneiras, desentupimentos de vasos. Serviço que é executado em conformidade com o estoque de materiais da CMTU.

Sobre os buracos no asfalto dos terminais, a companhia explica ser em decorrência das fortes chuvas e que o problema é solucionado pela Secretaria Municipal de Obras. Assim que o tempo permitir, de acordo com a assessoria, será realizado o serviço.

Em 2016, o município anunciou as obras estruturais para o projeto Superbus, através do PAC 2 (Programa de Aceleração do Crescimento). Seriam investidos R$ 143.705.100,00 na primeira fase do novo sistema de transporte urbano de Londrina. Deste total, R$ 124.705.100,00 são provenientes do governo federal e R$ 19 milhões de contrapartida pela Prefeitura. Entre as melhorias previstas estão as obras de reforma e ampliação dos terminais de integração do Ouro Verde, Acapulco, Vivi Xavier e Milton Gavetti. Porem, segundo o núcleo de comunicação, ainda não há uma data para o início das obras de reforma dos terminais, já que o projeto prevê ainda outras fases. (P.M.)

mockup