CMTU reconhece falhas mas promete solução
O presidente da CMTU, Gabriel Ribeiro de Campos, reconhece que o número de ônibus adaptados não é suficente. ''Esperamos resolver esse problema no início de 2006'', afirmou. Segundo Campos, é nesse período que acontece a troca dos ônibus que saem de circulação.''Estamos em conversação com as empresas para que novos ônibus venham com elevador adaptado''.
Campos informa que a CMTU procura colocar as linhas mais próximas possível dos cadeirantes. Hoje, são 23 ônibus atendendo nas linhas mais importantes. Quatro delas, específicos nas escolas Ilece, Apae, Associação Flávia Cristina e APSDown, prestam atendimento a 150 pessoas. Outras quatro vans transportam pacientes para tratamento de saúde. ''São 283 pessoas atendidas e 180 na fila de espera'', afirma Campos.
Quanto aos atrasos, Campos alega que a programação é a mais difícil de ser feita. ''É um verdadeiro jogo de quebra-cabeças. Algumas vezes é difícil controlar os horários''. Quatro funcionários da CMTU trabalham nesse setor, programando o atendimento dos deficientes. (M.O)





