A Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU) está reorganizando o tráfego de veículos na Avenida Juscelino Kubitschek, Região Central de Londrina, através da ampliação de três baias de conversão.

Hoje (22), a CMTU finalizou a ampliação da baia de acesso ao cruzamento da Avenida JK com a Avenida Rio de Janeiro. Também estão sendo ampliadas as baias de acesso da JK com a Rua Professor João Cândido e com a Travessa Júlio de Mesquita. Todas as três dobrarão a capacidade de atendimento de veículos, que antes comportavam até seis carros.

As mudanças tiveram início na última sexta-feira passada (18) e de acordo com o diretor de Trânsito e Transportes da CMTU, Wilson de Jesus, devem terminar nesta quinta-feira. As obras atendem a reivindicação dos motoristas feita há mais de sete anos.

"Na quadra entre a Rio de Janeiro e a professor João Cândido a capacidade da faixa da direita na avenida JK estava esgotada nos horários de pico, enquanto que a faixa da esquerda estava subutilizada. Os veículos que ficavam parados na faixa da esquerda agora passarão a utilizar a baia da esquerda para a conversão. Essa mudança garante mais agilidade ao trânsito e maior fluidez de carros", explicou Jesus.

O diretor também ressalta que as baias de conversão não poderão ser utilizadas como local para retorno, sendo somente permitida a conversão dos veículos no local.

O projeto de ampliação das baias de conversão foi elaborado pelo Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Londrina (IPPUL) e encaminhado para a CMTU, sendo que a Secretaria Municipal de Obras e Pavimentação em conjunto com a Secretaria Municipal de Ambiente realizaram a obra.

Para a ampliação das baias, foram retiradas da Avenida JK duas palmeiras imperiais de grande porte. Segundo o secretário municipal de Ambiente, Gilmar Domingues Pereira, pela primeira vez foi possível a retirada e o replante das árvores de grande porte na cidade.

"Foi uma operação planejada e escolhemos o replante das árvores no lago Norte ao invés de apenas cortá-las. Elas devem ter aproximadamente 30 anos e retiramos porque foi, realmente, necessário para as obras no trânsito", justificou o secretário.

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