O presidente da Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU), André Nadai, disse que a prefeitura está procurando barracões que possam ser usados pela Coocepeve, responsável por quase metade da coleta seletiva de Londrina. N edição de ontem, a FOLHA trouxe reportagem sobre a situação da Coocepeve, que tentar regularizar a situação junto à CMTU, mas falta o alvará do barracão onde eles pretendem se instalar.
A CMTU alega que o grupo quis um alvará usando um barracão que é da prefeitura, o que seria ilegal. ''Estamos buscando outros barracões para que a cooperativa possa tirar esse alvará. Já vimos um barracão, mas de custo muito alto, eles estão com outras opções que serão visitadas até segunda-feira, para depois solucionarmos isso dai'', prometeu, reforçando que o grupo já está quase com toda a documentação finalizada, o que já havia sido informado à reportagem pela presidente da cooperativa, Sandra Araújo Barroso da Silva.
Sobre o problema envolvendo a coleta seletiva e a reclamação dos moradores, Nadai explicou que o município vem trabalhando há dois anos com o modelo de cooperativa, sendo que metade do município é atendido pela Coopersil e o restante por ongs que tentam se regularizar formando a Coocepeve.
Durante a manhã a CMTU destruiu cerca de 58 mil CDs, DVDs e óculos falsificados que haviam sido apreendidos durante operações no primeiro semestre deste ano. A quantidade é a mesma apreendida durante todo o ano de 2010, segundo a CMTU. Nadai atribuiu o aumento da fiscalização ao número crescente de apreensões, inclusive nas feiras livres.
O presidente da companhia disse que neste semestre as operações devem continuar, inclusive com o intuito de orientar os comerciantes para que não deixem produtos expostos nas calçadas, conforme mostrado por matéria publicada pela FOLHA na edição de ontem.

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