O diretor de trânsito da CMTU, Álvaro Grotti Júnior, diz que as empresas concessionárias do transporte coletivo na cidade, a Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL) e a Francovig, suprem juntas 100% da demanda de transporte especial para pessoas portadoras de deficiência no município. Ele relata que a TCGL oferece três ônibus para levar pessoas até instituições de atendimento. A Francovig tem um.
''Esses ônibus não são de linha e cumprem roteiros mais longos, pois têm que passar porta por porta nas casas onde há necessidade e nas instituições. Por isso, é natural que eles demorem mais. Mas não temos informações de que estariam ocorrendo atrasos tão longos. Vamos procurar saber o que está acontecendo'', diz o diretor. Segundo Grotti, o serviço de transporte de pessoas portadoras de deficiência é gratuito e não faz parte da planilha de custos da tarifa do sistema.
As assessorias de imprensa da TCGL e da Francovig informaram ontem que os itinerários dos ônibus especiais são determinados pela CMTU. Daniel Martins, chefe de tráfego da TCGL, acrescentou que a decisão sobre um eventual aumento do número de veículos do tipo cabe à Companhia.

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