CMTU e sindicato não reconhecem comércio ilegal
O presidente do Sindicato dos Taxistas de Londrina, Antônio Pereira da Silva, negou que exista comércio de vagas. Segundo ele, o que ocorre é a venda do veículo junto com o ponto, cujo alvará é transferido para o novo dono. ''Esse é o FGTS do taxista. Ele fica anos em um ponto e daí vende o carro com os clientes mas não tem como comprar uma faixa amarela na rua'', afirma, citando a operação de transferência de permissionário.
''Nunca vi negociação nenhuma desse tipo'', reforçou o gerente de trânsito da CMTU, Álvaro Grotti Júnior, referindo-se à venda. A própria CMTU deixou de realizar a transferência de permissionário, que até pouco tempo atrás era permitida por uma lei municipal. Sobre o aluguel de vagas, Grotti não quis polemizar. ''Estamos aqui para cumprir a lei e não para discuti-la'', afirmou.
A CMTU está elaborando um estudo para mudar o modelo de táxi em Londrina. ''Não sei se vamos conseguir mexer na permissão, mas a idéia é pensar em um novo modelo de remanejamento de vagas para modernizar o serviço'', argumentou. (A.S.)





