CMTU busca solução definitiva
A Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU) informou que conhece o problema e está buscando formatar um projeto que seja uma solução definitiva tanto para os moradores e lojistas quanto para os próprios catadores. Uma das alternativas que poderão ser adotadas é a criação de uma Organização Não-Governamental (ONG) para atuar exclusivamente no Calçadão.
O diretor de Operações da CMTU, João Verçoza, disse que a intenção é planejar uma estratégia que atenda a todos os interesses. Ele apontou que são dois os problemas que precisam ser contornados: um é com relação ao lixo reciclável; e o outro é com o lixo orgânico, produzido por restaurantes. No primeiro, a saída poderá ser a criação de uma ONG e a adesão de lojistas e condomínios para estabelecer formas de coletas mais apropriadas. Quanto ao segundo problema, a CMTU está montando um itinerário especial de coleta para percorrer a rota gastronômica do centro em horários diferenciados.
O presidente do Conselho Tutelar da região central, Idalto José de Almeida, lembrou que numa reunião feita no final do ano passado, envolvendo diversos órgãos municipais mais moradores e lojistas, foram tirados diversos encaminhamentos. ''Tinha entendido que o problema havia diminuido depois disso'', comentou. Almeida afirmou que iria contatar o programa Sinal Verde da Secretaria Municipal de Assistência Social, que faz abordagens de rua, e avaliar o que terá que ser feito com as crianças e adolescentes que continuam garimpando na Praça Gabriel Martins. (A.M.)





