Clientes sabem dos riscos mas...
A clientela acostumada a fazer um ''happy hour'' nos postos de Londrina admitiram conhecer os riscos existentes nestes ambientes. No entanto, invocaram a pressa, o hábito e até a cultura para justificar a falta de cuidado.
O funcionário público Alexandre Martins, 26 anos, reconheceu que o risco existe ''por ser um local onde se trabalha com produtos inflamáveis''. ''Mas aqui não tem bomba próximo de onde se come e o brasileiro também gosta de tomar sua cervejinha no final do expediente. Acaba fazendo disso um hábito e se esquecendo um pouco dos perigos'', alegou o rapaz, que disse não tomar precauções especiais também quando vai abastecer o carro. ''A falta de cobrança acaba permitindo o vício'', completou.
As amigas Érica Ribeiro, 21, Leni Bressan Tito, 25, e Vanessa Pelinsser, 21, também não dispensam uma passadinha em um posto do centro da cidade como opção de lazer. Elas comentaram que têm certo receio mas a única medida que costumam tomar é não jogar a bituca do cigarro no chão do posto. ''Acho que o churrasquinho não compromete a segurança porque fica longe da bomba'', analisou Leni.





