Cliente ferida em assalto ao Bradesco corre risco de morte
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quinta-feira, 29 de janeiro de 2004
Andréa Bordinhão<br> Equipe da Folha 
Curitiba - Uma das vítimas baleadas no assalto a uma agência do Bradesco na última terça-feira em Curitiba está internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em estado grave, correndo risco de morte. Ana Cristina Santos, 25 anos, é cliente do banco e foi atingida por uma bala no abdômen. A polícia já prendeu um dos assaltantes e já tem a identificação dos outros quatro. O Centro de Operações Policiais Especiais (Cope) afirma que a falta de porta giratória como dispositivo de segurança facilitou o assalto.
Segundo o Cope, uma lei federal exige três dispositivos de segurança, sendo dois deles vigilantes e alarme e um terceiro opcional. Sendo assim, o Bradesco tem como política evitar as portas giratórias e colocar outros dispositivos, como o travamento automático dos cofres. A assessoria do Bradesco diz que não comenta as afirmações da polícia e que uma porta giratória já estava sendo providenciada para a agência assaltada.
Mais três pessoas ficaram feridas no assalto. Arlindo Narciso de Oliveira, cliente que levou um tiro na perna durante o assalto, recebeu alta ontem. O vigia e uma funcionária do banco, que também foram atingidos, passam bem. O vereador de Curitiba, Reinhold Stephanes Junior, enviou ontem ao secretário municipal de Urbanismo, Luiz Fernando de Souza Jamur, um oficío solicitando uma punição ao Bradesco por não prezar pela segurança de seus clientes.


