Ciretran reduz as apreensões
Ciretran de Maringá tem mais de um pátio lotado e programa um leilão para desafogar o espaçoAna Carolina Sacoman
Especial para a Folha
De Maringá
Com os três pátios lotados por cerca de 300 carros e motos, a 13ª Circunscrição Regional de Trânsito (Ciretran) de Maringá determinou que a Polícia Militar encaminhe para a apreensão somente os casos de delitos mais graves, como os veículos envolvidos em acidentes. Em outras situações, o motorista está recebendo uma notificação com prazo de 48 horas para pôr todos os documentos em dia e resolver outros problemas. ‘‘Depois disso, vira multa’’, avisa o chefe do setor de veículos da Ciretran, José Ângelo Salgueiro.
Essa medida diminuiu ‘‘sensivelmente’’ a frequência de apreensão, mas a lotação continua. Até o final do mês, acontecerá mais um leilão. Os veículos serão divididos em sete lotes. Esses carros somente poderão ser vendidos para desmanche. ‘‘Os veículos estão sem a plaqueta de identificação e com o chassi cortado, além dos documentos baixados. Não podem mais circular’’, esclarece Salgueiro.
Os proprietários têm seis meses para reclamar e recuperar o carro apreendido. Para isto, é necessário pagar R$ 25,00 pelo guincho e as diárias, de R$ 7,22, além de regularizar os documentos. Mesmo se o carro for a leilão, o dono continua devendo ao Estado. Os lotes ainda não têm preço mínimo, mas a expectativa é que, como no primeiro leilão realizado em Maringá, todos os veículos sejam vendidos.

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