Algumas cidades da região, como Ibiporã e Jataizinho, já têm o plano diretor aprovado desde o ano passado.
O plano de Ibiporã foi aprovado em dezembro, após três audiências públicas na Câmara Municipal. O documento contempla aspectos como zoneamento rural e urbano, ocupação do solo, sistema viário, normatização das construções e toda a infra-estrutura do município.
''Ibiporã já tem um primeiro plano diretor, de 1999, mas este novo trata-se de um plano participativo, elaborado com a colaboração de todos os setores da sociedade civil'', ressalta Dagmar Mardegan, diretora da Secretaria Municipal de Obras.
O plano diretor de Jataizinho custou cerca de R$ 60 mil e foi bancado com recursos do próprio município. Segundo o diretor municipal de administração, João Batista Fidélis, ao todo foram feitas três audiências públicas durante a elaboração da documentação. ''É um projeto que abrange todas as áreas desde código de postura até zoneamento urbano e rural'', informa Fidélis, lembrando que a lei demorou um total de oito meses para ser concluída.
Conforme o secretário de Planejamento de Cambé, Fausto Yoshinori Anami, o plano diretor da cidade também já foi entregue à Câmara para aprovação desde o final do ano passado. ''Cambé já tinha um plano aprovado e levou dois anos para concluir a revisão, que custou R$ 80 mil, um valor considerado baixo, apesar dos entraves orçamentários'', avalia Anami. Conforme informações da Prefeitura de Tamarana, as leituras técnica e participativa do plano diretor do município também já foram concluídas e o projeto de lei caminha para sua fase final antes da apresentação ao Legislativo, para aprovação. (M.G.)

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