Chuva causa estragos e derruba muro do cemitério São Pedro
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quarta-feira, 20 de dezembro de 2017
André Bueno<br>Grupo Folha 
Uma forte chuva acompanhado de ventania e granizo causou estragos em Londrina no início da tarde desta quarta-feira (20). A tempestade atingiu principalmente o centro da cidade e, por conta da quantidade de água, cerca de 30 metros do muro do cemitério São Pedro, localizado na rua Professor João Cândido, não resistiu e caiu em frente a um ponto de ônibus.

De acordo com a CMTU (Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização), partes do muro podem estar condenadas e o local será cercado com tapumes e a previsão de reparo será de até 30 dias. O superintendente da Acesf, Douglas Pereira, contou que os servidores estão instalando tapumes para que o local não fique desprotegido temporariamente. "Um engenheiro da Secretaria de Obras já está avaliando o muro para definir os próximos passos. O trabalho está sendo executado o mais rápido possível, para minimizar os transtornos à população. E próximo ao cemitério, na esquina com a Avenida JK, ocorreu a queda de uma árvore, que já foi recolhida pelo pessoal da Acesf e da Obras", disse.
Além disso, na avenida Juscelino Kubitschek, perto do cruzamento com a rua Professor João Cândido uma árvore caiu e dificultou o trânsito no local.

Houve alagamentos na avenida Souza Naves com a avenida Rio de Janeiro, na rua Sergipe com a avenida JK e na Leste-Oeste. O cruzamento da rua Goiás com a rua Pernambuco precisou ser interditada por conta de um alagamento no local. Diversos semáforos também tiveram problemas no centro da cidade e atrapalhou o tráfego de veículos.

No final da tarde, a Defesa Civil divulgou um balanço dos estragos provocados pela tempestade. Até o momento, foram registradas 12 quedas de árvores de pequeno porte, especialmente na região central. Ocorreram também alagamentos, sendo que o bairro mais atingido foi a Vila Portuguesa, com cerca de 20 residências alagadas, todas próximas ao CSU (Centro Social Urbano).
Segundo o coordenador-adjunto da Defesa Civil em Londrina, Demerval Anderson do Carmo, os serviços meteorológicos apontaram que os ventos chegaram a 60 quilômetros por hora, principalmente na área central da cidade. "A chuva foi intensa e rápida. Assim que cessou, as casas alagadas na Vila Portuguesa já começaram a voltar à normalidade, então os moradores não precisaram ser deslocados", explicou. (Colaborou o repórter Celso Felizardo/Grupo Folha)




