O Zoológico do Bosque Guarani - único local público que abriga animais apreendidos e doados em Foz do Iguaçu - está com problemas de superaquecimento dos viveiros. No verão, apesar das árvores que circudam o bosque, a temperatura chega a 36 graus centígrados, prejudicando os animais. Segundo o projeto, os animais terão três horas de chuva por dia.
A direção do zoológico quer dotar todos os viveiros com chuva artificial. Serão instalados canos com vários furos. ‘‘A chuva não vai atingir todos os animais e o banho será opcional. Os animais que não quiserem entrar na água não vão se molhar, porque os furos do encanamento vão respeitar alguns locais dos viveiros’’, afirma o diretor do zoológico, biólogo Ivo Borghetti.
Apesar do entusiasmo, o Bosque Guarani ainda não tem recursos para a obra. O secretário do Meio Ambiente Ramiro Leite deve tentar remanejamento de verba com o prefeito Harry Daijó (PPB), já que esse gasto não consta do orçamento do ano que vem. O Zoológico do Bosque Guarani recebe recursos apenas da prefeitura e não cobra ingresso na entrada.

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