'Chega a fazer fila na calçada'
Outro local crítico e alvo de reclamações da comunidade é a rotatória contruída há pouco tempo em frente ao Hospital Universitário, na Zona Leste. No local as guias foram rebaixadas para facilitar o acesso de cadeirantes às calçadas e só recentemente a faixa para pedestres foi pintada.
Para a estudante Adrielle Piotto, o local merece mais atenção do poder público. ''É bem na entrada do HU e os motoristas não respeitam os pedestres e, para piorar, o movimento é intenso. É um local em que precisaria ter o Pé na Faixa (campanha que incentiva pedestres e motoristas a respeitarem a faixa de travessia) porque passa todo tipo de gente, inclusive cadeirantes, idosos e mães com carrinhos de bebê'', destacou.
Velocidade
Na rotatória entre as avenidas Maringá e Castelo Branco, na Zona Oeste, o pedestre não tem vez. Muitos motoristas não param completamente, só reduzem a velocidade, antes de entrar na rotatória. O fluxo de carros é grande o que torna difícil a tarefa de atravessar em segurança.
Outro local que dá trabalho para os pedestres é o final da Avenida Maringá, entre o Lago Igapó 2 e o aterro. No final da tarde percebe-se grande fluxo de pessoas e veículos. Muita gente aproveita o lago para praticar esportes. É uma das áreas de lazer mais frequentadas da área central e a via é uma das principais ligações entre o Centro e as zonas Oeste e Sul.
Maringá
No canteiro central daquele local a guia foi rebaixada e foi feita uma calçada para que as pessoas não precisem pisar no gramado. Quando a reportagem esteve no final da Avenida Maringá não havia faixa de pedestres para garantir a segurança durante a travessia. Os frequentadores do local também pedem a implantação do ''Pé na Faixa''.
''São muitos os veículos que passam por aqui e quase ninguém deixa os pedestres atravessarem. Chega a fazer fila de gente na calçada e muitos se arriscam em meio aos carros. Um semáforo para pedestres ou a campanha Pé na Faixa traria mais segurança'', reclamou o comerciante Edson Cardoso de Lima.





