Chefe de núcleo nega acusações de diretor de escola
A chefe do Núcleo Regional de Educação de Campo Mourão, Maria de Lourdes Maia Polizer, rebateu ontem as críticas feitas pelo diretor do Colégio Estadual Marechal Rondon, Sérgio Martinhago. O diretor, que também é vereador pelo PT, passou a noite em vigília na Câmara, em protesto contra a política educacional do governo do Estado.
Uma escola que recebe mais de R$ 8 mil num único mês não pode estar em dificuldades, disse Maria de Loudes. Segundo ela, o Colégio Marechal Rondon recebeu R$ 8,2 mil em novembro do Programa Acorda Brasil. É um dinheiro que pode ser usado para o custeio, ressalta a chefe do núcleo. O diretor havia declarado que a escola sobrevive graças à arrecadação da APM. O que o Estado manda para a escola ele não divulga, atacou Maria de Lourdes.
Maria de Lourdes admitiu que os repasses do Fundo Rotativo diminuíram e que ainda não foram pagos este mês, mas criticou o Colégio Marechal Rondon por estar deixando de receber recursos por não ter aderido ao Programa de Reestruturação do Ensino Médio (Proem).
Fiquei indignada com as acusações, disse Maria de Loudes. Ela afirmou que o governo do Estado está investindo na construção de quatro novas salas de aula no Colégio Marechal Rondon, que estão em fase final de construção. Isso ele omite, atacou.
Martinhago não se convenceu. Disse que a ampliação, orçada em R$ 100 mil, está sendo feita graças à ajuda da prefeitura. Se dependesse do Estado, a obra ainda estaria no início. (S.S.)





