A Secretaria Municipal do Ambiente (Sema) quer saber quantos carroceiros existem em Londrina e como vivem os animais que percorrem a cidade levando todo tipo de carga. Para isso, vai começar um trabalho de cadastramento em parceria com o curso de Medicina Veterinária da Universidade Estadual de Londrina (UEL), que deve incluir também a oferta de palestras abordando assuntos como nutrição, vacinação, controle de carrapatos, maus tratos e legislação. De acordo com cálculos da veterinária da Secretaria, Anne Christina Hiltel, existem de 200 a 250 carroceiros na cidade. Segundo a veterinária, o objetivo final do projeto é certificar todos os carroceiros, colocar placas nas carroças e, no futuro, só permitir o tráfego daquelas que tiverem registro. Outra idéia cogitada pela Sema é estipular horários e definir trajetos permitidos aos carroceiros. Anne explica que a falta de locais adequados para os cavalos cria outro risco. ‘‘Muitos ficam soltos em praças e terrenos baldios e quando se assustam, saem correndo sem controle, oferecendo sério risco de acidentes’’, afirma. Atualmente são recolhidos, em média, 20 animais por mês no município.

Criada em 1970 com a junção das seguintes faculdades: Direito, Filosofia, Ciências e Letras, Odontologia, Medicina e Ciências Econômicas e Contábeis. É considerada uma das melhores universidades do Brasil. Somente na graduação, possui 14.096 alunos matriculados em 42 cursos

Na idade glacial, o Equus passou das Américas para a Europa e para a Ásia. O processo chegou ao fim há cerca de 10 mil anos, quando o cavalo desapareceu do continente americano. Quatro cavalos primitivos se desenvolveram na Ásia e na Europa, influenciados pelo meio em que viviam. Na Ásia, o cavalo das estepes, Equus Przehevalski, hoje conhecido como cavalo selvagem da Ásia ou Cavalo de Przehevalski, pode ser considerado como uma subespécie do atual cavalo doméstico

O Programa Folha Cidadania tem como objetivo criar o hábito de leitura entre os jovens.

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