Centro de convivência diverte jovens atletas
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terça-feira, 09 de setembro de 2014
Paula Barbosa Ocanha<br>Reportagem Local 
Londrina - Tão importante quanto as quadras, arenas, pistas e piscinas que estão recebendo os quase 4 mil atletas para as partidas e competições dos Jogos Escolares da Juventude, que vão até o próximo dia 13 em Londrina, o centro de convivência dos estudantes é parte essencial para que eles tenham momentos de lazer e atividades divertidas e possam relaxar entre as partidas. Montado no Centro de Eventos de Londrina, o espaço reúne atividades como mesas de pebolim e tênis de mesa, biblioteca, videogame, computadores, karaokê, e até atividades mais radicais, como o slackline espécie de corda de equilíbrio e parede de escalada.
Segundo o diretor-geral dos Jogos da Juventude, Edgar Hubner, o espaço é fundamental para integrar as comissões municipais. "Criamos esse ponto de encontro em 2009 e a cada ano procuramos melhorar o nível das atividades. Também faremos uma reunião com alguns atletas para pegar ideias do que melhorar ou incluir no próximo ano", explica. A intenção do Comitê Organizador dos Jogos é recriar o ambiente de uma vila olímpica para os alunos. "Como não conseguimos hospedar todos os participantes, precisamos desse espaço de convivência e integração até para passar informações importantes. Mas queremos também criar esse espírito olímpico."
Para Pedro Venas, 14 anos, competindo na modalidade futsal pelo Colégio Integral, de Salvador (BA), esse espírito olímpico "pegou", após conhecer melhor o centro de convivência. "Eu achei interessante porque me senti um atleta mesmo, numa competição importante", explica. Entre as atividades preferidas do espaço estão o tênis de mesa e o pebolim. Os colegas de time reforçam a alegria pelas atividades extras. "Achei que só ia ter o refeitório. Não imaginei que teria tudo isso aqui", ressalta Bruno Morena, 13 anos, do mesmo colégio. Jeferson Douglas Souza, 13 anos, acredita que o espaço também é importante para fazer novas amizades. Ele, por exemplo, conheceu atletas de basquete vindos do Rio de Janeiro. "Fiquei surpreso com o centro."
Já para a jogadora de vôlei Sara Beatriz Azevedo, 14 anos, também de Salvador, as atividades no videogame, principalmente o jogo de dança, são as que mais chamaram sua atenção. "É a segunda vez que eu venho para os jogos e percebi que tem mais atividades esse ano."
Para a atleta de Rondon do Pará Graziele Ribeiro, de 13 anos, que joga handebol, os computadores com acesso à internet são essenciais para que ela entre em contato com os amigos e a família. "Já conheci gente aqui e adicionei no Facebook. Achei esse espaço bem criativo", diz.


