A promotora da Vara de Infância e Juventude de Londrina, Edina Maria de Paula, informou que não existem, no Brasil, leis que regulamentem os jogos de videogame. Por isso, ela aconselha os pais a serem os ‘‘sensores’’ das brincadeiras dos filhos. ‘‘O controle cabe aos pais e não à lei’’, afirmou, acrescentando que a educação é um processo de repetição de comportamentos. ‘‘A maternidade e a paternidade dão trabalho porque implicam na necessidade de dizer ‘não’’’, completou.
  Ela também acredita que a banalização da violência é a principal conseqüência dos videogames. ‘‘As práticas violentas são encaradas com muita naturalidade nos jogos. Em pouco tempo, a criança passa a achar normal repetir a violência fora de casa’’, disse. (C.A.)

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