Olhos pequenos, mas que veem de perto a terra longínqua lá no Norte do Brasil. Olhos que sentem a vida passar, que piscam no intervalo do tempo, que sentem. Olhos que vivem a imensidão da vida bruta e real. Que enxergam ingenuidade e pureza. Que não temem o que sentem porque veem o que vivem, sentem o que são. Como as meninas dos olhos, intensos, verdadeiros e em paz. (Fernanda Borges)

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