Só de olhar a cena, posso imaginar a conversa. ''Querida, não quero esperar o fim de semana, nem até a noite; não quero esperar mais nem um minuto: você é a mulher da minha vida. Quer se casar comigo?''. Ou talvez o discurso não fosse tão eufórico, mas igualmente esperançoso: ''Eu sei que errei. Só fui perceber isso quando entendi o quanto te magoei. Me perdoe. Eu não vivo sem você''. Afinal, o que mais poderia fazer uma pessoa se ajoelhar num telefone público a não ser o amor? (Phoenix Finardi)

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