CENA
DOS SENTIDOS DA LIBERDADE - Alto ou baixo, nos bastaria voar. Dar rasantes dentro de nós mesmos sem reticências. Reconhecer os defeitos, nos alegrar com as virtudes. Descobrir que a culpa somos nós quem alimentamos, e esta, certamente, não é criação divina. Perceber que o medo, limitado, é precaução, mais que isto é prisão. Da alma. O que é a liberdade? Auto-conhecimento. Compaixão consigo mesmo. Paciência com o diferente. Amar é ser livre. (Guilherme Borges)





