REVOLUÇÃO DOCE

Um candidato à presidência defendou com unhas, dentes e, por que não, doçura, a tão necessária educação do povo brasileiro durante a campanha eleitoral. Mas como pensar em educar se o que se vê é o completo abandono das escolas. Um trágico exemplo – essas carteiras jogadas ao léu – foi flagrado pelas lentes do fotógrafo no Centro de Ciências Humanas da UEL, que deveria formar nossos futuros educadores. O concorrente perdeu a eleição, mas será que com ele se foi o sonho da doce revolução educacional do País? (Mariana Guerin)

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