Luzes em profusão acendem os carros, as ruas, as placas. Luzes substantivas, criadas para apagar nas pessoas o medo da violência que é a solidão, da incerteza do desconhecido, do homem que se esconde sob as frestas da noite. E a lua, superior, paira livre sobre as consciências, iluminando-as. O homem tenta apagar a escuridão. A lua lhe acende a noite.(Adriana Ito)

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