O SOL NA CABEÇA O sol fustiga, mas também produz lirismo. Tardes de quentura, estiagem prolongada, poesia alquebrada. O sol oferece acréscimos poéticos ao verde e evoca a velha canção: ''Você pega o trem azul/ o sol na cabeça/ o sol pega o trem azul, você na cabeça/ o sol na cabeça''. As reminiscências correm sobre os trilhos tesos. Quem ousa dizer que o sol é uma mera luz que vem ? (Antônio Mariano Júnior)

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