CENA
Sem dor Pesquisa da Câmara Brasileira do Livro revelou que o nosso povo pouquíssimo lê. Não pela preguiça e pelo jeitinho, eternizados por Mário de Andrade em Macunaíma, mas sobretudo por razões econômicas e culturais, perpetuadas a cada dia pela precária distribuição de renda. Desse jeito, dá até para se arriscar a interpretar como ''mais barato'' o ''sem dor'' utilizado por esse comerciante da Feira da Oportunidade ao batizar a barraca de livros usados. Mais em conta, mais de acordo com a conta de fim de mês repleta de contas por pagar. (Janaina Garcia)





