NO CHÃO Tolhida de sua majestade, tal qual um ídolo caído, mais uma árvore agoniza no asfalto quente. Talvez seja implicância mesmo, ou as novas mudas, por serem menores e mais discretas apareçam menos na paisagem. Talvez. Mas a cada dia que passa parecem haver mais tocos solitários nas calçadas. Já as pequenas mudas, ninguém sabe. Lógica estranha essa, em que ação coordenada de tantos homens e máquinas para arrancar seja mais fácil e rápida que a pá do plantio. (Adriana Savicki)

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