A VIDA É DOCE O vai e vem, o movimento no centro da cidade são constantes. Como nas maiores metrópoles, sobra pouco espaço para um descanso, uma pausa, uma reflexão. No calçadão, a vendedora de doces relaxa, num momento de calma do local sempre tão atribulado. Sem os potenciais clientes em volta, buscando os doces que são o sustento da incansável trabalhadora, ela descansa. Apesar da correria, a vida, mesmo que não em todos os momentos, também pode ser considerada doce. (Fernando Rocha Faro)

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