‘‘Ele foi à prefeitura em busca de um alvará, para abrir uma tenda de búzio’’. Sobre como conheceu o pai-de-santo Osvaldo Marcineiro
‘‘Eles invadiram minha casa, por todos os lados, empurrando as cadeiras e gritando muito’’. Sobre o dia em que foi presa
‘‘Eu fui colocada sobre uma arma, que o policial queria que pegasse para ele poder me matar’’. Sobre as torturas psicológicas que teria sofrido
‘‘Desmaiei diversas vezes com os socos no estômago e na orelha, quando acordava ouvia minha filha gritando, por causa das torturas’’. Sobre as torturas físicas
‘‘Eles pediam para que eu confessasse que tirei o pênis do menino, eu repeti’’. Idem
‘‘Eu não pude falar esta história até hoje. Me deixe falar’’. Quando os advogados de defesa pediram a suspensão do depoimento porque ela chorava muito.

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