As mães dos alunos portadores de necessidades especiais, que estudavam no Centro Educacional Renascer (CER) de Cambé (13 km a oeste de Londrina) ainda não têm uma posição do prefeito José do Carmo Garcia (PTB) sobre a reabertura da instituição. Uma reunião foi realizada ontem entre o secretário municipal da Educação, José Garcia, os promotores Leonildo de Souza Grota e Adriana Lino, o coordenador do Centro de Direitos Humanos (CDH) de Londrina, Jorge Custódio, e dez mães de alunos do CER.
As mães apresentaram um documento comprovando que a escola está apta à educação especial e disseram que os filhos, em escolas normais, seriam discriminados. O pedido de reabertura será levado ao prefeito, em uma nova reunião, marcada para a segunda-feira. ‘‘Se a prefeitura não tomar providências, há possibilidade de a promotoria entrar com uma ação judicial’’, disse Custódio.
O CER, que funcionava há 21 anos, está fechado desde a semana passada, pois deixou de receber apoio da secretaria. Segundo o secretário, o repasse de recursos financeiros foi interrompido depois de uma consulta à Lei de Diretrizes e Bases (LDB) e ao artigo do provimento do Tribunal de Contas, que determina os recursos do Fundef.

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