A Polícia Civil do Paraná mantém outras duas investigações ligadas à pedofilia. Em Curitiba, três pessoas estão presas, acusadas de comercializarem CDs com 30 mil fotos pornográficas envolvendo adolescentes. Em Maringá, um funcionário público foi indiciado por atentado violento ao pudor contra uma menina de 12 anos.
Um policial militar, um garçom e um vendedor, presos no início deste mês em Curitiba, podem estar envolvidos em uma rede de pedofilia que teria a capital do Paraná como uma das principais ‘‘fontes’’ de material pornográfico para a Internet. Em março de 2000, outras três pessoas especializadas em informática foram presas com 24 mil fotos de crianças em cenas de sexo. A polícia está investigando se há ligação entre os dois casos.
Em Maringá, o funcionário público, J.B.L., 45 anos, foi indiciado por atentado violento ao pudor. Denunciado pela menor L., de apenas 12 anos, o acusado negou o abuso sexual. Ele disse em depoimento que frequentava a casa da menina e que costumava dar carona a ela e uma outra amiga. Há 20 dias, L. disse à polícia que havia feito sexo oral.
Coincidentemente, L. mora no mesmo bairro onde o médico pediatra Silas Bruder, 51 anos, costumava frequentar. Bruder foi preso em janeiro deste ano, acusado de abusar sexualmente de 13 crianças e adolescentes. No mês passado, o médico conseguiu ser transferido para o sanatório.

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