Caso Luana continua sem solução
Na região de Londrina, o único caso pendente de desaparecimento é o da menina Luana Oliveira Lopes, ocorrido em 16 de novembro de 2003 em uma estrada rural de Florestópolis (Norte). Várias pistas e suspeitos foram investigados, mas, quase seis anos depois, o destino da garota é completamente ignorado.
Luana, que na época tinha 8 anos, teria sido abordada com seu irmão Diego, de 11 anos, à margem da PR-170, por um motorista de um caminhão-baú, que lhes ofereceu cobertores. Eles teriam aceitado a oferta e entrado no veículo, consumando o sequestro. Diego conseguiu escapar numa parada, foi perseguido e agredido pelo caminhoneiro, mas ficou livre. A irmã não teve a mesma sorte.
Diego, na época do sequestro, quase não se lembrava do que havia ocorrido, oferecendo poucas pistas aos investigadores. Analfabeto, também não conseguiu entender letras e números das placas por onde passou e tampouco alguma inscrição no baú.
A delegada do Sicride Ana Cláudia Machado informou que as famílias cujos casos não foram solucionados costumam passar por um programa que envolve uma equipe de policiais e psicólogos. Além de prestarem apoio aos parentes dos desaparecidos, os profissionais fazem questionamentos diferenciados para tentar trazer alguma informação esquecida na época do sumiço ou mesmo considerada irrelevante. (C.A.)





