Caso Luana continua sem solução
PUBLICAÇÃO
domingo, 27 de fevereiro de 2005
Vanessa Navarro<br>Reportagem Local 
Esperança é o que ainda mantém ativas as investigações sobre o ''caso Luana'', um dos mais comoventes da história recente de crianças desaparecidas no Paraná, mesmo após quase um ano sem novidades. Luana Oliveira Lopes, então com oito anos, foi sequestrada por um caminhoneiro na tarde do dia 16 de novembro de 2003, em uma estrada rural do município de Florestópolis (73 km ao norte de Londrina).
''Estamos dando andamento às investigações. Trabalhamos em cima de informações e, cada vez que alguém diz ter uma possível novidade sobre o paradeiro da criança ou do suspeito, nós checamos'', declarou ontem o investigador do Serviço de Informação à Criança Desaparecida (Sicride) do Paraná (com sede em Curitiba), Walmor Picussa. O órgão investiga o caso junto com a Polícia Civil de Porecatu.
Picussa explicou que informações continuam chegando, ainda que esporadicamente, mas que até agora não houve ''nenhum indício que amparasse legalmente a prisão de um suspeito''. ''Mas mesmo tendo decorrido um tempo razoável desde o desaparecimento, temos que trabalhar tendo em mente que a menina está viva'', assinalou.


