O delegado Jorge Barbosa, da 10ª Subdivisão Policial, de Londrina, disse ontem que até a próxima quarta-feira poderá identificar o assassino e quem mandou matar o empresário Júlio Cesar Marino. Ele foi assassinado a tiros por um homem moreno, estatura média, no início da tarde do dia 18 de dezembro de 97. O crime ocorreu logo depois que J. Marino entrou com o carro em sua residência, no centro de Londrina. Marino era o diretor-presidente das indústrias Itamaraty, de Rolândia. Uma informação vazada pela polícia dá conta que serão pedidos os levantamentos bancários de cinco pessoas que trabalharam com J.Marino.
Desde o princípio das investigações, a polícia está convicta de que o criminoso tinha a intenção de apenas matar o empresário. Duas testemunhas reforçaram a tese da polícia afirmando que o matador, após disparar os tiros, saiu calmamente pelo mesmo portão que havia entrado e embarcou em um carro que estava estacionado a 20 metros da casa. Uma mulher, vista na direção do veículo, já foi identificada e está foragida. As investigações também abriram um leque para o misterioso assassinato a tiros em Curitiba de um executivo do grupo Itamaraty. O crime ocorreu há mais de dois anos e a polícia ainda não identificou o assassino.

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