Caso está sendo
investigado por setor
de epidemiologia
A chefe do setor de epidemiologia da Secretaria de Saúde de Londrina, Mara Ferreira Ribeiro, afirma que o órgão está investigando o caso do menino Felipe e alega que ainda não é possível dizer se houve um reação alérgica ao medicamento. ‘‘A reação vacinal pode acontecer e varia de pessoa para pessoa. A gente não pode afirmar que foi uma reação’’.
Mara Ribeiro também garante que no dia 19 o menino tomou apenas a vacina anti-haemóphilus (meningite), indicada no calendário para ser feita aos dois, quatro e seis meses de vida.
A mãe, Patrícia Cichini, afirma que a criança recebeu a tríplice e a vacina contra hepatite. O chefe do posto teria lhe falado que a funcionária errou ao ter dados todas as vacinas no glúteo da criança e por não ter garimbado a dose contra a hepatite na carteirinha.
Porém a chefe de Epidemiologia alega que a auxiliar de enfermagem da unidade básica de saúde errou ao informar a mãe que a criança também teria recebido outras doses.
Isso teria ocorrido porque o Conselho Municipal de Saúde de Londrina adquiria uma vacina chamada ‘‘tetra’’, contendo a tríplice e a anti-haemóphilus, mas as doses passaram a ser aplicadas de forma separada depois que os medicamentos começaram a ser enviados pelo Ministério da Saúde. ‘‘A auxiliar pensou que estava fazendo a tetra. Foi uma falha e já tomamos providências’’,admitiu.

mockup