Caso está sendo investigado pela Secretaria de Saúde
Rosângela Alvanhan, diretora de epidemiologia e saúde ambiental da Secretaria de Saúde, disse que a possibilidade da morte de Paulo Emílio de Farias Júnior ter sido provocada por hantavirose foi descartada após a investigação epidemiológica. ''Uma equipe da Vigilância foi até a residência do rapaz e fez uma investigação para ver se havia possibilidade dele ter entrado em contato com roedores, mas isso foi completamente descartado.''
A Vigilância fez teste, com o sangue coletado de Farias Jr., na hipótese de detectar as bactérias pnemococo ou meningococo. ''Essas bactérias são transmitidas pelas vias respiratórias e existem casos esporádicos durante o ano, mas não é comum a morte'', explicou Rosângela. Segundo ela, a bactéria só é tão fulminte quando a pessoa está debilitada.
Josemari de Arruda Campos, gerente do setor de Epidemiologia, informou ontem que o resultado dos exames para essas bactérias foi negativo e a investigação será retomada para tentar saber a causa da morte. ''Será muito difícil chegar a um resultado porque não foi feita necropsia.''
A gerente do setor de Epidemiologia acredita que os resultados dos exames da garota Ana Caroline da Silva Vanderlei, 12 anos, morta no último dia 11, devem sair em, no máximo, 10 dias. A morte da garota também está sendo investigada pela Vigilância em virtude da suspeita de hantavirose, leptospirose ou hepatite, as três hipóteses levantadas no caso..





