Josoé de CarvalhoFinal felizClaudete com Franciele: ‘Graças a Deus foi só um grande susto’‘‘Graças a Deus foi apenas um grande susto’’, resumiu ontem Claudete de Oliveira, 24 anos, mãe de Franciele de Oliveira Bueno, menina que desapareceu no início da tarde de sábado. A menina voltou para casa ontem de manhã e foi entregue à mãe pelo Conselho Tutelar. A família mora no Parque das Indústrias Pesadas (zona sul).
Franciele foi encontrada na rua João Correia dos Santos, no Jardim Itapuã, por um casal, que avisou a Polícia Militar. ‘‘Ela não sabia explicar onde morava e nós não tínhamos notícias de ninguém procurando por ela’’, explicou a conselheira Ana Regina Chepak.
A mãe de Franciele conta que o desaparecimento da filha foi notado pela avó, que começou a procurar por ela, imediatamente, nas casas das tias. Franciele tinha seguido a tia Maria Aparecida de Oliveira, 18 anos, e acabou se perdendo. Ao perceber que a menina a seguia, a tia simplesmente mandou ela voltar para casa e seguiu caminho.
Claudete só ficou sabendo que a filha desaparecera às 19 horas, quando voltou do trabalho. Viúva, ela trabalha de diarista para manter os cinco filhos - o mais velho com sete anos e a mais nova de nove meses. ‘‘Fiquei até meia noite na rua procurando minha filha e cheguei a pensar que a tinha perdido definitivamente. Quase enlouqueci de tanto chorar’’, recorda. As crianças ficam com a avó quando ela sai para trabalhar.
Ana Chepak, do Conselho Tutelar, garantiu que, apesar da menina estar assustada e ter apresentado febre durante o período de afastamento da família, tudo correu bem. ‘‘Casos como este são frequentes. Quando isto acontece seria importante os pais avisarem o Conselho Tutelar imediatamente. Assim poderíamos devolver as crianças com mais agilidade às suas famílias.’’ O telefone do Conselho Tutelar, que atende 24 horas, é 991.6752.

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