O policial militar Adenilço Alves, 28 anos, e a esposa dele Maria de Fátima Ferreira, 31 anos, foram condenados pela morte do operário José Carlos Crispin, 32 anos, assassinado com seis tiros em fevereiro do ano passado em Maringá. O casal foi julgado no início do ano, mas apenas Alves havia sido condenado a quatro anos de detenção em regime aberto. Ele nem chegou a ser afastado dos serviços da Polícia Militar. A acusação conseguiu anular o primeiro julgamento através do Tribunal de Justiça e anteontem o casal foi levado novamente a julgamento.
Maria de Fátima foi condenada a 13 anos e o policial militar a oito anos em regime fechado. Dos seis tiros um acertou a mão de Crispin, dois o tórax e outros três o ouvido, deixando manchas de pólvora na orelha, o que indica que os tiros foram disparados a curta distância. Maria de Fátima foi condenada a pena mais longa porque nos primeiros depoimentos, na polícia, confessou que efetuou os disparos em Crispin.

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