A casa de um agente da Penitenciária Estadual de Londrina (PEL), localizada no Conjunto Parigot de Souza (Zona Norte), foi atingida por pelo menos 21 tiros por volta das 19h30 de anteontem. Alguns projéteis, segundo a Polícia Militar, chegaram a atravessar vidros e atingiram a parte interna do imóvel, oferecendo risco real para familiares do agente que estavam em casa no momento do atentado.
De acordo com o relações públicas da PM, tenente Ricardo Eguédis, os autores da ação estão sendo procurados por toda a região. Ele alertou que são indivíduos de alta periculosidade. ''São criminosos que podem colocar em risco até mesmo pessoas que moram nas proximidades'', apontou o tenente. A PM pede que qualquer tipo de informação que ajude na identificação e localização dos suspeitos seja repassada ao telefone 190. A denúncia pode ser anônima.
O tenente descartou que o atentado tenha ligação com facções formadas por criminosos em liberdade e outros que estão presos, como o Primeiro Comando da Capital (PCC), que age em São Paulo. A Polícia, segundo Eguedis, investiga a hipótese de o crime ter sido uma represália ligada à atuação do agente penitenciário. A Folha apurou que ele teria sofrido ameaças recentes.
A reportagem tentou falar com representantes do sindicato da categoria mas ninguém foi localizado.

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