Ônibus e carro são os meios de transporte mais utilizados por universitários que moram com familiares em Londrina para chegar à escola. Mateus Prates Mori, 19 anos, está no primeiro ano de biomedicina da UEL e vai à universidade de carro todos os dias. O curso é integral. Acompanhado da irmã, que estuda arquitetura, ele almoça em casa e retorna à faculdade para as aulas vespertinas.
Vander Cardoso de Matos, 19 anos, está na mesma classe de Mateus e também mora com a família em Londrina. Dependente de ônibus, porém, ele prefere almoçar no Restaurante Universitário, onde o preço de uma refeição R$ 1,90 equivale ao de uma passagem de ônibus. ''Aproveito a hora do almoço para resolver coisas da própria universidade, como ir à biblioteca, por exemplo''.
Estudante do primeiro ano de odontologia da Unopar, Iara Fabris Mobi, 19 anos, mora com a avó no centro de Londrina e pega carona com um colega todos os dias para chegar à faculdade. ''Antes, vinha de ônibus. Levava meia hora para chegar. Era o maior aperto'', comparou. Como seu curso é integral, ela almoça nas lanchonetes da região. ''Gasto R$ 6,00 por refeição. Se somar outras despesas, como lanches e xerox, dá mais de R$ 10,00 por dia'', contabiliza.
Moradora de Rolândia, Bruna Canonico, também estudante do primeiro ano de Odonto da Unopar, encara 40 minutos diários no ônibus metropolitano para chegar à faculdade. ''Quando tem poucos caminhões na estrada, o ônibus chega um pouco antes'', relatou. Apesar de considerar a rotina cansativa, ela afirma já estar acostumada. ''Fiz o segundo grau em Londrina'', contou. (C.A.)

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