Oríficios no coração, um lado do órgão maior do que o outro, vasos trocados: além do sexo do bebê, o ultrassom morfológico no segundo trimestre de gravidez pode revelar mais dados importantes sobre a saúde da criança, como a presença de alguma cardiopatia congênita.

Segundo Márcia Thomson, cardiologista pediátrica e ecocardiografista infantil, uma em cada 100 crianças nascidas têm o problema. Das que apresentam a doença, 30% têm a cardiopatia mais grave.

Saiba mais sobre a importância na identificação precoce de cardiopatias congênitas na matéria de Fernanda Carreira.

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