De Curitiba
A Igreja do Santíssimo Redentor e Senhora da Glória, conhecida como Capela da Glória, localizada na Rua João Gualberto, deverá passar por uma restauração que devolverá as cores e os materiais originais utilizados em sua construção. Segundo o monsenhor Alpheu Luiz Martins de Azambuja e Souza, que atende no local, a igreja ficou fechada por cerca de 20 anos, o que provocou desgastes em sua estrutura, por falta de conservação. Há rachaduras no teto, o piso de madeira está carcomido por cupins, vários vidros estão soltos e a infiltração de água provocou deterioração na pintura.
Os trabalhos ainda estão em fase de levantamento de custos e necessidades e não há previsão para sua conclusão. O local recebeu a visita de um arquiteto que fez as avaliações iniciais e aguarda a opinião de um segundo profissional para os próximos dias. ‘‘Vai ser uma tarefa custosa’’, disse monsenhor Alpheu.
Inaugurada em 1900, a capela foi erguida por responsabilidade de Maria Dolores Leão da Veiga e até hoje pertence à família Leão. Foi a primeira sede da Igreja do Perpétuo Socorro. Apesar da má conservação, a Capela da Glória está aberta ao público. Lá são celebradas missas regulares às sextas, sábados e domingos e no próximo dia 15 haverá a comemoração das festividades de Nossa Senhora da Glória.

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