Capacitação constante e salários dignos
Londrina - Maria Helena Guariente, diretora de Apoio à Ação Pedagógica da Pró-Reitoria de Graduação (Prograd) da UEL, afirma que ainda não é possível fazer uma avaliação do programa "Quero ser Cientista, quero ser Professor", porque está apenas no começo, porém é evidente que as escolas estão tendo problemas em algumas áreas.
"O governo federal está trabalhando em várias frentes. Existe uma gama de propostas que ocorrem na universidade, com grande volume de participação, visando formar professores. Nossos alunos têm oportunidade de aprender a ser professores, e ao mesmo tempo os docentes dessas escolas parceiras também têm formação continuada. Em outro projeto, os alunos podem realizar parte de sua formação em outro país", explica.
Segundo a diretora, porém, há outras ações que precisam ser tomadas para garantir a presença dos professores em sala de aula. "Há que se pensar que há necessidade de valoração do professor, como capacitação constante e salários dignos. Tomara que os meninos venham do Ensino Médio com gana para ser professor."
Procurada, a Secretaria Estadual de Educação afirmou através de sua assessoria de imprensa que não iria se pronunciar sobre o programa, porque ainda não recebeu as informações necessárias do governo federal. (E.G.)





