Canil abrigou os mastins que mataram empresário
PUBLICAÇÃO
terça-feira, 10 de março de 1998
Lucinéia Parra 
O proprietário do canil Freedog de Maringá, Ari Borges da Silva, prevê que o adestramento dos sete cães que atacaram e mataram Gleike Aparecido Pego será feito em três meses. Neste período, será possível identificar quais os cães que poderão ser aproveitados para guarda e se haverá necessidade de sacrificar algum deles por causa do caráter agressivo.
Foi no Freedog que também estiveram os quatro cães - três fêmeas e um macho - da raça mastin napolitano que, em dezembro de 1996, atacaram e mataram o empresário Mário Tamyia, de Apucarana. Já no canil, em janeiro de 1997, o macho atacou o preparador Marco Aurélio da Silva, de 19 anos, que teve uma perna amputada.
Os cães receberam treinamento diário de obediência e autocontrole da agressividade por quatro meses. Dos quatro cães, o macho foi considerado muito agressivo, com índole muito forte. Ele foi encaminhado para a Delegacia Antitóxicos, em Curitiba. As fêmeas foram devolvidas à mulher do empresário de Apucarana, em abril do ano passado.


