Cândido Martins confirma vinda a Londrina hoje
Cândido Martins
confirma vinda
a Londrina hoje
Lino Ramos
De Londrina
O secretário de segurança pública, Cândido Martins de Oliveira, confirmou ontem sua vinda à Londrina, na companhia do comandante geral da Polícia Militar, Guaraci Moraes de Barros, e o diretor-geral da Polícia Civil, Norberto Noronha. As autoridades são esperadas pelas lideranças do movimento Londrina exige o fim da violência.
De acordo com o assessor de imprensa da Secretaria de Segurança Pública, Valdir Bicudo, o primeiro compromisso do secretário será uma visita ao prefeito Antonio Belinati (PFL), onde haverá a entrega de cinco viaturas para a Polícia Civil e a apresentação dos 12 agentes transferidos de outras regiões para Londrina. Na sequência Oliveira irá visitar o 5º Batalhão da PM e a 10ª Subdivisão Policial.
Valdir Bicudo informou que os policiais convidados aceitaram trabalhar em Londrina por tempo indeterminado. Segundo ele, também poderá ser anunciada a transferência de PMs que ocupam funções burocráticas para o policiamento de rua.
O assessor de imprensa disse ainda que a visita será rápida porque à tarde o secretário tem audiência com o governador Jaime Lerner (PFL).
Ontem à noite, as lideranças do movimento Londrina exige o fim da violência se reuniram na Associação Comercial e Industrial (Acil) para definir a estratégia do encontro com as autoridades do setor de segurança, marcado para às 11 horas.
O assessor de imprensa da Secretaria de Segurança Pública não tinha a confirmação desse encontro, mas o presidente do Conselho Comunitário de Segurança, Newton Moratto, disse que a reunião estava agendada.
O Conselho propôs a cobrança de 150 novos PMs e 50 agentes para a Polícia Civil, 60 novas viaturas e a terceirização da função de carcereiro, além da antecipação da entrega da cadeia pública, de 30 de agosto do ano que vem para 30 de junho.
Ontem à tarde, três das cinco viaturas enviadas à Londrina engavetaram no centro de Londrina e sofreram danos materiais. A assessoria de imprensa da SSP não tinha conhecimento do problema, mas alegou que as unidades devem ser substituidas com urgência.





