Érika Pelegrino
De Londrina
Cerca de 60% das propostas apresentadas durante a 6ª Conferência Municipal de Saúde de Londrina, realizada no final de semana, foram aprovadas. A presidente da comissão organizadora da conferência, Regina Stella Spagnuolo, faz uma avaliação positiva do evento. Segundo ela, muitas propostas aprovadas foram de realização de campanhas educativas visando a promoção da saúde e a prevenção de doenças. ‘‘Tinham muitas propostas de esclarecimento sobre câncer de próstata, câncer da mulher, prevenção da incapacidade do idoso, além de campanhas sobre saúde ambiental’’, disse.
A ampliação do horário de atendimento dos postos de saúde de algumas regiões, criação de outros postos de saúde também foram solicitadas. ‘‘Tentamos esclarecer (durante a conferência) que estamos (Secretaria Municipal de Saúde) trabalhando no sentido de melhorar a resolutividade das unidades básicas já existentes’’, disse a presidente da comissão organizadora.
Durante os três dias de debates, discussões e polêmicas, foram votadas 252 propostas elaboradas em pré-conferências anteriores. Os encontros que antecederam a conferência foram realizados pelos seguintes segmentos da saúde: gestores, prestadores de serviço, trabalhadores e usuários.
As divergências de propostas causaram certa polêmica entre os grupos participantes – gestores e prestadores de serviços, de um lado, e de outro trabalhadores da saúde e usuários do sistema de saúde, mas a maior polêmica foi levantada por alguns integrantes do grupo de prestadores de serviços. (Ver texto ao lado).
Representantes de cada segmento irão levar as propostas aprovadas para a conferência estadual que deverá acontecer no final do mês.

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