Entre as propostas de soluções apresentadas pelo relatório do grupo de trabalho do Consemma ao Ministério Público, a realização de campanhas de educação ambiental é vista como prioridade pelo gerente metropolitano da Sanepar, Sérgio Bahls. A empresa será a maior executora de possíveis obras para solução dos vazamentos na cidade e Bahls acredita que as campanhas devem ser iniciadas o quanto antes.
''A Sanepar orienta como as ligações devem ser feitas quando temos novas construções em Londrina. O que devemos fazer agora é aumentar, junto com outros organismos, a fiscalização para que essas ligações sejam feitas de forma correta, sem contaminação das redes pluviais nem sobrecarga das galerias de esgoto'', destacou o gerente.
Apesar de ser um problema recorrente em Londrina, o transbordamento ainda não causou contaminações graves na cidade. Segundo o chefe regional do Instituto Ambiental do Paraná (IAP), Ney Paulo, até 2003 eram registradas de duas a três contaminações por mês. Hoje essa média seria inferior a uma por mês. ''É um número baixo, mas que ainda assim implica em riscos. Não podemos deixar que fontes de água para a cidade, como o Lago Igapó e o rio Tibagi sejam contaminados'', explicou. (A.M.)

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