O caminhoneiro Lucas Stanley, 57 anos, de Londrina, ficou cerca de cinco anos sofrendo com uma dor no braço esquerdo, mesmo tendo sido submetido a uma cirurgia para retirada de um tumor. ‘‘Era uma dor insuportável e não adiantava tomar analgésicos’’, lembra. Segundo Stanley, era a mesma dor que ele sentia antes de ser operado. ‘‘Os médicos falavam que era dor psicológica. Eu sabia que não era,’’ diz. ‘‘A dor que eu sentia não podia ser emocional’’, acrescenta. Ele explica que o que sentia era tão intenso que tinha dificuldades para dirigir.
Ao procurar um dermatologista, o caminhoneiro foi levado para participar de uma reunião do Centro de Estudos Dermatológicos (Cedros). Depois de o caso ser analisado, os profissionais chegaram à conclusão que havia um outro tumor no mesmo local. Ele foi submetido novamente a uma cirurgia em novembro. ‘‘A minha vida mudou da água para o vinho’’, diz. (L.O.)

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